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Hoje, ao regressar à corrida, mergulhei numa lista no Spotify, que me devolveu uma das minhas grandes pancas, enquanto adolescente devorador de música: os maxi-singles. 

Em 12 polegadas, um single ganhava nova vida. E calhou-me hoje, logo para começar, o incrível Dance Little Sister, do Terence Trent D’Arby. Um monumento funk, que nesta versão mais longa, ganha laivos de James Brown, e, com os falsos finais que tem, eleva a música para um patamar de surpresa e gozo, que me fizeram feliz. Como quando ia à Caixa da Música, em Santo Amaro ou as lojas de discos que havia nas Palmeiras, ou uma que fugazmente existiu ao pé da Igreja, na central Cândido dos Reis, da Oeiras da minha adolescência. 

Que viagem! 

Ainda hoje tenho lendários maxi-singles: o Let’s Work do Mick Jagger, com o envolvente Catch as Catch Can, no lado B. Ou o histórico Inventor, dos Heróis do Mar, o genial What Have I Done to Deserve This, dos Pet Shop Boys com Dusty Springfield, e com a pérola New Life, no lado B...

Música Doze polegadas, tantos anos depois: tão bom. 

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