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Last Christmas.

por PR, em 26.12.16

A fechar um feliz dia de Natal, uma chocante notícia que me deixa profundamente abalado. A morte de George Michael, apenas com 53 anos de idade, é um golpe profundo. Sempre fui fã. George Michael foi um talento extraordinário como compositor, foi um grande cantor, fez alguns dos mais brilhantes discos de sempre da pop e algumas das mais brilhantes canções: do guilty pleasure de Careless Whisper e Last Christmas, a discos tão profundos, corajosos e inteligentes como Listen Without Prejudice ou Older. 

A dada altura pareceu sempre que existia uma sombra a pairar por cima dos seus dias, com problemas com drogas e um estilo de vida que parecia ser uma fuga para a frente. Mas foi brilhante, como artista. Brilhante.

Pop, funk, soul, tudo ao mais alto nível, num só artista com uma voz incrível: Father Figure, I Want Your Sex, Older, Jesus to a Child, Last Christmas, Freedom 90, Cowboys & Angels, Praying for time, Kissing a fool, Fast Love, Heal the Pain, Outside, Wake me up before you go-go, One more Try, Faith e tantas outras...são obras primas da pop.

O seu MTV Unplugged é brilhante, e tornou-se uma lenda. Um artista daqueles que sempre esteve presente na minha vida, como musica de fundo. Agora, este silêncio. 

Desaparece um dos grandes. Tenho mesmo pena de nunca ter visto um concerto dele ao vivo. 

 

 

Que ano para a música: Prince, Bowie, Cohen, e agora George Michael. O tempo provará que George Michael era mais, muito mais, do que as noticias dos tablóides que o identificaram tantas vezes como alvo fácil. 

Um artista enorme, uma enorme perda para a música. Estará sempre na minha playlist.

Morrer no dia de Natal é só mais uma daquelas ironias cortantes e perturbadoras.

 

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2 comentários

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De Novembro a 26.12.2016 às 16:13

Acabei de saber, por ti.
Realmente a vida tem muitas ironias.
A canção que permaceu para as gerações seguintes, foi sem dúvida o "Last Christmas". Apesar de muito criticada, muitos a sabem de cor. E agora, George Michael deixa-nos no Dia de Natal.
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De Luisa a 26.12.2016 às 18:51


Triste triste esta notícia...Penso que as gerações mais recentes não têm noção da grandeza deste senhor, que durante tantos anos fez parte da minha vida....Ele cresceu á vista de todos, e nós crescemos todos com ele...pelo menos quem o queria na sua vida. Tantas vezes nos presenteou com a sua genialidade e a sua forma única de ser e de estar na música.
Revoltante saber que alguém tão brilhante e uma alma tão sensível pôde ser tão explorado pelos meios de comunicação medíocres, ávidos da notícia fácil...
Descanse em paz! E obrigada por tantas horas de companhia, durante os conturbados anos de adolescência...idade adulta...e sempre.

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