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Do sarampo

por PR, em 19.04.17

2017. É incompreensível que se opte por não vacinar um filho. Dada a epidemia, que acaba de matar mais um jovem de 17 anos, esta "opção" de não vacinar, não sei em nome de quê ou de quem, é, basicamente, um crime.

Mas um crime que nasce da proliferação de teorias, vendidas como infalíveis, e que se mostram trágicas. E como parece que é mesmo fácil acreditar numa qualquer fofoca de revista ou notícia que apareça no facebook, de repente tudo o que nos vendem é bom, e ultra natura, e o regresso à purerza original. Não é. 

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4 comentários

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De Outra vez, Inês a 19.04.2017 às 14:04

no 'meu tempo' de escola primária havia o dia das vacinas, a única parte boa resumia-se a uma manhã sem aulas (era feliz com tão pouco), formávamos, de boletim de vacinas na mão em fila indiana à espera, e não passava pela cabecinha de ninguém opor-se a essa temida sentença (eu ainda tentei, mas percebi que não havia volta a dar) não havia paizinho ou mãezinha que intercedesse. ninguém morreu da doença, nem da cura

hoje o mundo está mais moderno para alguns, mais artificial para outros e continua a haver muita teoria pouco fundamentada e quem acredite que só acontece aos outros, se calhar é mesmo assim, só acontece aos outros, neste caso aos que se vão vacinando

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