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Do sarampo

por PR, em 19.04.17

2017. É incompreensível que se opte por não vacinar um filho. Dada a epidemia, que acaba de matar mais um jovem de 17 anos, esta "opção" de não vacinar, não sei em nome de quê ou de quem, é, basicamente, um crime.

Mas um crime que nasce da proliferação de teorias, vendidas como infalíveis, e que se mostram trágicas. E como parece que é mesmo fácil acreditar numa qualquer fofoca de revista ou notícia que apareça no facebook, de repente tudo o que nos vendem é bom, e ultra natura, e o regresso à purerza original. Não é. 

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5 comentários

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De joao a 19.04.2017 às 13:40

Eu sou 100% a favor da vacinação, mas compreendo quem não queira... São opções. Normalmente quem escolhe não vacinar é com medo dos efeitos secundários (morte incluída). Que são também as mesmas razões de quem escolhe vacinar. E depois há estudos que dizem que há mais pessoas a morrer da vacinação contra o sarampo do que de sarampo:

http://vaccineimpact.com/2015/zero-u-s-measles-deaths-in-10-years-but-over-100-measles-vaccine-deaths-reported/

O que se passou foi que durante anos não se ouviu falar em mortes de sarampo e as pessoas começam a pensar que é desnecessária, até porque se ouviu falar em algumas mortes por vacinação. O problema é que se esquecem que se ninguém se vacinar temos surtos e aumenta-se outra vez a morte por sarampo. As pessoas têm memória curta e às vezes nem se dão ao trabalho de pensar.

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