Todos os dias trazem qualquer coisa.
30 de Agosto de 2012

Foi em 94 mas é para sempre, a dorzinha derivada da ruptura do ligamento cruzado anterior e menisco.
Rais'parta.
publicado por PR às 11:45
27 de Agosto de 2012

Sebastião Castilho.
No 24 Kitchen, fez agora uma bola de carapau seco, e um bolo de Banana e Mel que...olhem, nem sei.
Comunica naturalmente e não inventa ingredientes impossiveis de encontrar.
Espectaculo.
publicado por PR às 18:57
18 de Agosto de 2012

É coisa do passado.
publicado por PR às 10:55
16 de Agosto de 2012

 

O Van Persie ainda aparece como jogador do Arsenal, curioso. Mas basicamente é isto, dado o orçamento. Na época passada, nesta fantasy league, ficaram à minha frente cerca de meio milhão de treinadores. Objectivo este ano: ficar nos...200,000 primeiros. 

publicado por PR às 13:43

É uma questão mais pertinente do que nunca, ou devia ser, para os benfiquistas. Para lá da bazófia habitual do "este ano ninguém nos agarra", este extraordinário e certeiro texto de Leonor Pinhão põe o dedo na ferida, depois da vergonhosa deslocação do Benfica a Dusseldorf, e do convénio entre a Academia Mário Coluna ...e o FCP. Dois casos que mostram, para quem quiser ver, que há realmente falta de benfiquismo no Benfica. Não há quem saiba estar à Benfica dentro e fora do campo, quando isso é mais preciso. É triste. Mas o mais triste é isso não ser mais claro, dentro de fora do clube. Como a implosão do sistema financeiro, haverá quem diga, mais tarde: eu vi logo. Não, actualmente são poucos os que avisam para o mal que as coisas estão.

Leonor Pinhão avisa, e, meu Deus, como acerta na mouche. Já fomos?  

 

ADENDA: Este discurso, proferido hoje, se tem sido utilizado logo no dia do incidente, teria resolvido muita coisa. Não minimiza o erro do capitão da equipa, mas também não desata a rir perante esse comportamento. Não permite aproveitamentos oportunistas nem extrapolações e aproveita para responder, na mouche, a quem aproveitou logo para se fazer de virgem ofendia, quando é quem tem menos moral para fazê-lo. Solução: da próxima vez, o presidente que vá com a equipa, não vá ser preciso ter de tonar uma posição institucional de defesa do clube. 

publicado por PR às 11:51
15 de Agosto de 2012

Voltar a ouvir estas canções, com a distância segura do passar do tempo, soube-me bem. Trata-se de uma edição comemorativa dos 20 anos sobre o 1º concerto deste colectivo que juntava o Tim, o Pedro Ayres de Magalhães, o Miguel Ângelo, o Fernando Cunha, o Fernando Júdice, o Olavo Bilac, o Alexandre Frazão, Fredo Mergner e Dudas. Comprei esta edição especial, li o texto que acompanha os CD's e recordei o "Portugal ao Vivo" em Alvalade, o concerto de apresentação no São Luiz, a loucura no Armazém 22. E é curioso que, hoje em dia, são as canções menos óbvias que mais me prendem: "Nunca Mais", "Liberdade", "Fim". O percurso dos elementos deste supergrupo foi naturalmente diferente, muita vida já aconteceu entretanto, e não sei se hoje seria possível um remake. Mas não deixa de ser um exercício de imaginação interessante, para mim, tentar adivinhar que canções seriam hoje recicladas por uma putativa Resistência século XXI.

E, voltando às canções: é raro, mas julgo que aqui acontece aquela coisa de certas versões serem melhores que os originais. Assim me soam "Nasce Selvagem" ou "1 Lugar ao sol". Claro que, chegados a estas canções, é inevitável pensarmos no caso extraordinário de Miguel Ângelo: de vocalista do grupo mais popular do pais (A colectânea dos Delfins que tinha o "Sou como um rio" vendeu mais de 250 mil exemplares!), responsável, aliás, por alguns dos melhores discos de sempre da pop portuguesa, a voz quase proscrita, que tenta agora, com um disco a solo, um raio de luz na carreira a solo. 

Há, obviamente, muito de Delfins, Heróis do Mar, Xutos, nestes dois discos, que soam muito bem, volto a dizê-lo, tantos anos depois. E há ainda "a Noite" ds Sitiados ou "Prisão em Si" dos Xutos, no capítulo das versões de canções que não agridem as originais, antes pelo contrário. E "Timor", grande canção, grande causa também da geração de que se fala nesta edição comemorativa. As guitarras soam mesmo bem aqui. O final de "Não sou o único" é épico, ainda hoje.

A Resistência resiste, em 2012. Na memória. E no devaneio de pensar num disco novo, onde esta malta refizesse, deixa ver...7ªLegião, GNR, Jafumega, Ornatos, Deolinda, Rui Veloso, Pedro Abrunhosa...e claro, mais canções das fontes de inspiração originais, que, de onde estas vieram, há ainda muitas mais. Resistentes, também elas, cada uma à sua maneira.

 

 



publicado por PR às 12:12
12 de Agosto de 2012

Sou fã. Este Henrique Sá Pessoa domina.
As receitas são muito bem apresentadas, bem filmadas, a edição e montagem do programa estão muito bem feitas, e até o livro já comprei.
Se já fiz alguma destas receitas? Bem, adaptei algumas. Mas fica-se sempre a perder, na comparação, é claro.
E sim, fiz uma pausa nos jogos da bola, para ver isto. Ser à hora de jantar também ajuda.
Quando este gajo der um workshop, vou inscrever-me. E o cocktail de camarão e abacate será, enfim, possível, cá em casa.
publicado por PR às 20:29
08 de Agosto de 2012

Olá Maria, sou o teu papá. A alegria do nascimento de um filho não é comparável a mais nada.
Hoje, às 6:07, a Maria surgiu, ,como na canção: "o sol, como é costume, foi o augúrio de bonança, sãos e salvos, felizmente. E como o riso veio ao ventre, assim veio de repente uma criança". 
Aqueles primeiros segundos, o cortar o cordão umbical, a partilha suprema, cumplicidade para toda a vida, com a mãe, agora o mundo mudou e cumpriu-se a vida.
Conhecer-lhe o rosto, finalmente. Inaugure-se o parentesco, namoremos os dois, olá meu amor.
Nasceste com o dia, ou foi o dia que despertou com o teu primeiro choro, sinfonia de amor como não existe outra. Como o mar e as suas marés, como o nascer dos dias desde o primeiro, como o imaginar o principio de tudo, o primeiro segundo de todos, o sopro inaugural. A vida que se cumpre e nós que fazemos o nosso papel, passando o testemunho desta coisa de existir e ser.
A minha filha Maria nasceu hoje, há bocadinho. 
Faz um beicinho comovente, tem o nariz do pai, está aqui ao lado, com a mamã, a descansar. 
publicado por PR às 07:59
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