E acho que, para as armas que temos, fizemos um belo Europeu. Pepe, Coentrão e Moutinho, os melhores de uma equipa que merece reconhecimento e respeito.
E acho que, para as armas que temos, fizemos um belo Europeu. Pepe, Coentrão e Moutinho, os melhores de uma equipa que merece reconhecimento e respeito.
Quando joga Portugal, jogamos todos.
O meu grande companheiro, em todas as horas. Nas reviravoltas da vida, sempre ali, ao meu lado, a dar-me força para acreditar. O meu menino faz hoje 9 anos. Eu, por mais palavras que procure, acho sempre que são de menos, para explicar o que é isto de ser pai e o Amor que se sente pelos filhos. O seu olhar, entre o malandro e o ingénuo, a sua sinceridade em cada gesto, a forma extraordinária como sente o meu estado de espírito, a força toda que já me deu, a forma como me abraça, o puro deleite quando jogamos à bola, ou ao Uno, ao Cluedo, ou quando me diz, numa excitação de quem vai mostrar a sua mais extraordinária habilidade "Papá olha eu a marcar um golo na PSP!"
Das fraldas trocadas, as vacinas, as bronquiolites, o fazer fuminhos para conseguir respirar melhor, ás idas de carro para casa comigo a tentar consolá-lo por um golo que falhou no treino ou porque houve "granda injustiça!", são 9 anos de amor puro e para sempre, único.
As brincadeiras do "homem forte" na praia à beira-mar, a alegria dele quando come esparguete à bolonhesa, os banhos na piscina ("não me empurres papá"), o pegar nele a dormir e deitá-lo, ajeitar os lençóis e vê-lo aconchegar-se no seu sono...
E tudo o que não digo aqui, mas eu e ele sabemos, de todos os momentos na vida em que nos apoiámos mutuamente, numa comunhão que é natureza de ser filho e ser pai como se deve ser. Obrigado filho, por existires e seres tão extraordinário. Parabéns Gonças.
Ronaldo, claro. Mas também Meireles, Nani, Fábio Coentrão, João Pereira, Pepe, Bruno Alves...mas, para mim, também uma exibição extraordinária de um jogador soberbo: João Moutinho.
E agora, siga!
É mais uma etapa no caminho de toda uma vida, que é ser pai. Hoje é dia de Exame de Língua Portuguesa, no sexto ano. Quem é pai, partilha o nervosismo, que, não raras vezes, ultrapassa certamente o do próprio filho ou filha. Mas quando toca o telemóvel, e a voz anuncia, alegre: "Correu bem, Papi!", a alegria é imensa.
Golo!
Foi giro. Ronaldo, Moutinho, Bruno Alves, Pepe, João Pereira, Veloso, Custódio, Nani, Fábio Coentrão...todos muito bem.
No estúdio, o Pedro Barbosa e o Dani ajudaram imenso, craques que são.
Portugal! :-)
(Não percebo a censura à palavra "bomb" no vídeo, mas o essencial está lá)
Li nas férias. Apaixonante, uma viagem pela história do Vaticano, das relações entre Igreja e poder político; por entre mentiras, fantasias, delírios entre o sagrado e o profano, um caminho da fé e do resto, que é também humano, afinal. O que separa Teologia e conveniências. O que une a fé à coragem. Relações com outras religiões, evolução do pensamento oficial católico ao longo dos séculos, a surpresa de verificar que umas coisas mudaram muito, outras nem tanto, enquanto o planeta continuava a girar á volta do Sol.
Indispensável, para quem se interessa pela história da Igreja, pelo papel actual e histórico do Papa, pelo caminho percorrido até agora.
Por mim, para começo de conversa, era mais João XXIII e João Paulo I e menos Pio XII, por amor de Deus. Haja fé.