Segunda-feira, 24 de Outubro de 2011

Ser político é, por estes tempos, a única profissão com futuro garantido.

O ministro das Finanças já anunciou de que vai introduzir no Orçamento de Estado (OE) para 2012  uma norma pela qual a subvenção vitalícia que é paga a ex-políticos terá um corte equivalente ao que foi anunciado para os funcionários públicos. Sou só eu a pensar que não é esse o ponto?

Todos os políticos dizem que estão na política com espírito de missão, mas quando se vai ver é isto: 9100 euros/ mês para um ex-governador de Macau (!) é o máximo, numa longa lista, que abrange todos os quadrantes políticos (sim, todos)...

Estas subvenções estão orçamentadas em 90 milhões de euros,a pagar em 2012, ano de alegada diminuição da despesa ("o corte nas gorduras do estado" não era?).

A sério, qualquer dia, haverá pais a desistir de incentivar os filhos a seguirem uma carreira profissional de mérito. Teremos pais a dizer antes aos filhos para serem políticos quando forem grandes, não interessa o partido. Paga bem e para sempre. Há para todos, porque se trata, além do mais, de uma classe incrivelmente solidária. Entre si.



Publicado por P às 07:52 | Link do post | Comentar | Ver comentários (24)

Sexta-feira, 21 de Outubro de 2011
Já tenho dito que a minha primeira recordaçāo radiofónica, enquanto ouvinte, é o lendário programa "Despertar", que existiu durante muitos anos, na Renascença.  A dupla António Sala/Olga Cardoso, com o técnico Armando Rodrigues, o reporter Carneiro Gomes, a rubrica  "O reporter da História" ...tudo isso sāo memórias da escuta que fazia em casa, todas as Manhās, antes de rumar à "Minha Escola", em Paço D'Arcos. Com o "Despertar", dava comigo a imaginar como seria aquilo da rádio, e, na Escola, reproduzia diálogos dos programas junto dos meus colegas e estranhava a sua indiferença perante o meu entusiasmo.  Mais tarde haveria de descobrir outra rádio, outros estilos, outra vozes, à medida que fui crescendo. Mas, esta semana, recebi o livro das memórias de António Sala, e está lá uma frase singela a meu respeito, ainda por cima elogiosa. Aquele menino que eu fui, e ouvia o Despertar em infantil fascínio, ficou muito muito envergonhado de feliz.  Eu falei poucas vezes com António Sala, e receber a sua simpática referência foi um momento bom, daqueles irreais em que uma figura da nossa memória de infância ganha, de repente, presença e uma naturalidade estranha, porque ele será sempre o homem do programa que passava Carlos Paiāo e Tonicha, Roberto Carlos e Paco Bandeira, Ana e Marco Paulo, Alexandra e as Doce, Maranata e José Cid...e eu o menino que sonhava falar um dia na telefonia. Quis Deus que fosse num Programa da Manhā, para Despertar, o que só posso entender como um sinal do sentido de humor certeiro do Senhor lá de cima. 


Publicado por P às 21:48 | Link do post | Comentar | Ver comentários (19)

Terça-feira, 11 de Outubro de 2011

Não jogámos grande coisa.



Publicado por P às 21:17 | Link do post | Comentar | Ver comentários (17)

Custa-me ainda a jogar, estou a adaptar-me, mas estou rendido ao FIFA 12. Pela primeira vez acho que vou deixar de jogar PES, por uns tempos.

Efeitos, realismo, beleza gráfica, mais clubes "a sério"...tudo me parece superior neste FIFA.

Eu e o meu puto temos derby todas as tardes. :-)



Publicado por P às 09:14 | Link do post | Comentar | Ver comentários (28)

Quinta-feira, 6 de Outubro de 2011

Este blogue faz hoje 7 anos.

Obrigado a todos e desculpem qualquer coisa.



Publicado por P às 13:07 | Link do post | Comentar | Ver comentários (60)

Num pouco em que tudo parece descartável, precariamente provisório e superficial; onde são cada vez raros os seres humanos que fazem a diferença, e que, pela força das suas ideias, acabam por influenciar e melhorar a vida de milhões de semelhantes; a figura de Steve Jobs emerge como um desses raros exemplos: um homem que, pelo arrojo das suas ideias, por ter escolhido uma equipa à altura daquilo que sonhou, conseguiu destacar-se, para sempre.

Há um antes e um depois de Steve Jobs.

Este humilde e insignificante ser humano que sou eu, junta-se aos milhões em todo o mundo, dizendo "Obrigado, boa malha, Sr. Jobs".

 

 

 



Publicado por P às 06:54 | Link do post | Comentar | Ver comentários (16)

Família. Amigos, todos. Manhãs. O cheiro a terra molhada. Cantar no carro. Praia, sempre. Ligar o microfone. Ler e pensar: é isto mesmo. O Amor. Verão. Lugares onde voltar, sempre. Tinto. Um passe de trivela a rasgar a defesa. À mesa com quem se gosta. Chuva na janela. Chocolate. Sexo. Água fresca. Dever cumprido. Red Pass. Ser justo. Olhares que decidem. Aprender dos outros e de mim, todos os dias. Música. Ver bola, falar de bola, jogar à bola. Ler, antes de dormir. Todos dos dias trazem qualquer coisa... diasuteis@sapo.pt e pedroribeiro@me.com
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