Quando a minha filha chorava porque achava que tinha perdido o cartão da escola e não sabia onde estava, e eu o encontrei. A alegria, a alegria.
São pequeninas coisas, mas são tão especiais!
Quando a minha filha chorava porque achava que tinha perdido o cartão da escola e não sabia onde estava, e eu o encontrei. A alegria, a alegria.
São pequeninas coisas, mas são tão especiais!
Fantasy League,
Champions, Liga Europa e Premier League.
Um gozo!
Ao ouvir, esta manhã, a notícia do primeiro jogo de Portugal no Mundial de Hóquei em Patins, dei comigo a constatar que, se me perguntarem pelo nome de um único jogador da selecção, eu não saberei dizer.
Tendo crescido na Figueirinha, em Oeiras, o Hóquei sempre foi uma modalidade muito presente na minha infância. Tive amigos e colegas de escola que jogaram, no PA (Paço D'Arcos) e eram épicos os duelos entre o PA e a ADO.
Até na rua se jogava um Hóquei, necessariamente sem patins mas com sticks velhos dos tais jogadores (Lembro-me bem da marca "Reno"). Lembro-me que seguíamos os resultados do Hóquei com fervor e interesse genuíno, e além dos grandes, os nomes Física de Torres, Òquei de Barcelos (Porque é que é sem H? :-) ou Valongo, eram familiares. E depois, o fascínio dos jogadores. Do Livramento só tenho memória como treinador; mas do meu imaginário do Hóquei do meu tempo de criança, lembro-me, por exemplo, de Ramalhete, José Carlos, Fernando Pereira, Picas, Piruças, Chana, Leste, Sobrinho, Virgílio, Cristiano...e, mais tarde, Vítor Hugo, Vítor Bruno, Franklim, Realista, Tó Neves, Rui Lopes, Paulo Almeida, Vítor Fortunato, os manos Panchito e Mariano Velásquez. Mas hoje não consigo dizer de cor um único jogador da selecção, ou do Benfica, a verdade é esta.
Lembro-me de um Mundial de 82, disputado no Pavilhão dos Desportos (!) e em Barcelos, em que a selecção jogou de equipamento azul e branco, marca Pony (!) e que foi um festival. Lembro-me de ter relatado, no rádio, jogos em VIC e no Palau Blau Grana em Barcelona, nas Olimpíadas de 92.
Mas, a dada altura, parece que o Hóquei em Patins saiu do meu radar de interesse.
Alguém sabe se os jogos do Mundial estão a ser transmitidos em algum canal?
Realmente é maravilhoso perceber que, em cada experiência que se vive, há sempre algo que se pode e deve retirar para aprender a ser, ao menos, um bocadinho menos imperfeito, um bocadinho mais atento ao que nos rodeia.
Para não ficar sem carta, fui sábado passado (e no próximo sábado será a 2ªParte da coisa) a uma acção de Formação da Prevenção Rodoviária Portuguesa. Era isso ou um camião de dinheiro (mais um) e ficar sem carta.
E a verdade é que, se se confirmou a seca imensa de passar das 10 ás 17:30H de um sábado, numa sessão destas, também acabou por ser interessante confirmar, uma vez mais, que as pessoas são fascinantes. Toda e cada uma, nas suas idiossincrasias.
O pescador de marisco no Tejo que passa a vida a fugir à polícia; o homem que está ali a fazer as vezes de um filho que entretanto faleceu...num acidente de viação; o extraordinário alentejano produtor de carne que vai passar o seu 64º aniversário ali metido no próximo sábado; um outro que diz que escreve as encomendas num bloco de papel pousado no volante enquanto conduz; ou a senhora que diz que é tão distraída que "lembra-se lá de olhar para os sinais".
Acho que vou gostar de rever aquelas pessoas, no próximo sábado. Para lá do aspecto da seca indiscutível de "perder" mais um sábado naquilo.
Mas, ao mesmo tempo, é bom saber que, aqui como noutras experiências na vida, não é tudo a perder, retira-se sempre qualquer coisa boa, inesperada de boa, para o que virá a seguir.
A ver se levo um presente ao senhor que faz anos, e que passou o sábado passado a ser chamado à atenção pela formadora, por estar sempre na conversa...comigo.
"Estou aqui porque ia distraído, mas também estes gajos escondem-se com os radares atrás das moitas, isso tem algum jeito?!".
Lá isso...
(Satisfazendo a curiosidade: estou lá por...excesso de velocidade.)
A Acreditar é a Associação de Pais e Amigos de Crianças com Cancro. Tem casas de apoio a essas crianças en tratamento e respectivas famílias, no Funchal, em Lisboa e em Coimbra.
O cancro em crianças é, infelizmente, mais comum do que se pensa: há cerca de 350 novos casos por ano em crianças dos 0 aos 14 anos; os tumores mais frequentes são a leucemia e os tumores do Sistema Nervoso Central. É interessante que a taxa de cura ronda os 75%;
Amanhã vamos dar, nas Manhãs da Comercial, o pontapé de saída numa campanha que levamos muito a peito e que tem como objectivo a construção de uma Casa da Acreditar no Porto. A ideia é construir esta casa perto do IPO, para receber as crianças que precisam de tratamentos, e são oriundas não só do Porto mas de toda a região norte, bem como as respectivas famílias, que não têm possibilidade de lhes garantir viagens e alojamento no Porto, sendo que essa dificuldade inviabiliza muitas vezes a realização de todos os tratamentos.
Até hoje, nenhum projecto da Acreditar teve qualquer desvio de tempo ou orçamento, em relação ao previsto, o que confere ainda maior transparência à acção desta organização. O que é preciso é que o Porto e a região Norte se mobilizem e que cada um dê o que possa, independentemente da zona do país onde vive, para que esta casa se faça. E, além dos tratamentos, que estas crianças possam também ter condições para brincar com outras e estarem com as famílias em paz e num quadro de harmonia que ajuda, acredito, a curar, também.
Amanhã nas Manhãs explicamos como podem ajudar. Pela minha parte, sinto que fazemos a nossa obrigação, como comunicadores e seres humanos, tentamos ajudar, para lá da luta pelas audiências e a nossa zona de conforto habitual. Estou de partida para o Porto, com a equipa, agora.
O Porto vai Acreditar. Acredite também.
Linha "O Porto vai Acreditar": 760 50 10 60 (CUSTO 60 CENT+iva)
Às pessoas que vêm aqui insultar-me, julgar-me, acusar-me do que quer que seja, que tenham a fineza de se identificar. Atirar pedras atrás da moita é fácil, mas cobarde. Obrigado.
(A sério mandem mail, consta aqui do blogue e permite uma resposta)
...da adagio?
Não há palavras. :-)
É que há que fazer justiça a cada dia, cada oportunidade que recebemos, cada caminho novo que descobrimos, cada vez que alguém nos dá a mão, cada vez que tudo é possível.
Cada dia é uma dádiva, essa é que é essa.
O que é que se há-de fazer? Viver. (Como dizia uma música)