Uma nova decoração aqui do estaminé. :-)
102 golos em 35 jogos.
Faz impressão.
É uma honra, que este senhor me tenha como amigo. Mesmo. É das pessoas que eu mais admiro e respeito, no planeta.
Pronto, tive aqui uma vontade irreprimível de o dizer. Aniceto rula! Não gostar de favas é mau, mas não chega para ofuscar o brilho do homem.
Já fiz o workshop. Estou barra na dinâmica tremer de frio, não sentir os pezinhos, sair de casa e sentir o cieiro a formar-se ao segundo, levando com o vento gelado na cara.
Já sei tudo sobre guarda-chuvas que falecem, vergados ao peso de chuvadas ventosas. E sobre o carro gelado quando se chega.
Os miúdos com tosse, ameaçando febres e gripes maiores.
A sério, julgo estar perfeitamente a par desta matéria.
Agora queria inscrever-me no Workshop "Os-dias-já-começam-a-ser-qualquer-coisa-d
Estou motivadíssimo.
E votei, sem problemas. Mas tive sorte. Um problema destes, num dia de Presidenciais, é lamentável.
Agora fiz tudo o que estava ao meu alcance para votar. E, para mim, o mais impressionante é haver tanta gente que abdica, pura e simplesmente, deste direito, demitindo-se de cumprir este dever cívico. Isso entristece-me.
Mas, no limite, compreendo a falta de esperança nos políticos e no sistema político. No fundo, há cada vez mais pessoas a encolher os ombros, e a concluir que o seu voto é sempre inútil e mal utilizado, ou utilizado de forma abusiva, por quem o recebe, sistematicamente. Numa lógica de constatação da diferença gigante que existe, entre o mundo dos políticos e dos partidos, e a vidinha do dia a dia.
Numa eleição como a de hoje, quase 200 mil votos em branco acabam por ter de ter uma leitura política e sociológica. São um sinal que fica.
Cidadãos que fazem questão de ir votar para dizer: a minha escolha não é nenhuma destas.
Estou convencido que, em próximas eleições, este voto em branco vai aumentar mais ainda.
Outra impressão que fica: estas presidenciais eram tão previsíveis, que a emissão das televisões podia não ter tido mais de meia horinha e estava feita.