Todos os dias trazem qualquer coisa.
28 de Outubro de 2010

Dói-me o joelho...

Rotura de ligamento cruzado anterior e menisco.

Foi há 14 anos, mas sente-se todos os dias.

(vai chover)

publicado por PR às 17:03
27 de Outubro de 2010

Gostam, nem que seja um bocadinho, de Portugal?

Não, pois não?

Pois bem me parecia.

 

P.S.- A propósito do primeiro comentário a este post, quero já proclamar: vivam os partidos. A possibilidade de existirem. E a liberdade de poder gostar, ou não deles. E dizê-lo em voz alta, se for caso disso, sempre sem medo.

publicado por PR às 21:00
25 de Outubro de 2010

Sempre tive um enorme fascinio pelos documentários da vida selvagem. Desde criança que sou capaz de passar horas a vê-los, e esta semana foi uma pancada no coração, ler a entrevista de Chris Palmer. Numa entrevista publicada na Sábado (Não encontro o link no site da revista, mas deixo aqui a notícia publicada noutro sítio).

Ele, que fez muitos filmes deste tipo, vem agora contar que muitas das cenas são encenadas: desde animais de cativeiro que são treinados para fazer de conta que estão a caçar, um esqueleto de baleia colocado no fundo do mar para criar dramatismo, todo o tipo de artimanhas usadas para poupar recursos e tempo, cumprir prazos e manter a audiência satisfeita, abaixo custo.

A entrevista publicada na Sábado é assombrosa, e um golpe no fascínio que sempre senti por estes trabalhos, que vi, até agora, com base na mais infantil e, pelos vistos, ingénua boa fé.

BBC Vida Selvagem, National Geographic, Discovery...é tudo treta?

Não posso crer! Quero pensar que nesta, como noutras actividades, há trigo e joio.

Mas como distinguir?

 

 

publicado por PR às 11:14
18 de Outubro de 2010

Um inglês ganhou 129 milhões no Euromilhões, e, onze dias depois, ainda não reclamou o prémio.

Gosto de saber que ainda há pessoas que não ligam aos valores materiais.

 

publicado por PR às 11:21
09 de Outubro de 2010

Claro que levamos na pá e mal toquei na bola. Mas partilhar um campo de futebol com Veloso, José Carlos, Chiquinho Carlos, Nunes, Mozer, Toni...foi uma honra e um prazer que nunca mais vou esquecer.

 

publicado por PR às 21:04
08 de Outubro de 2010

Esta manhã, no Rádio, podia ter optado pelo politicamente correcto, mas fui sincero numa questão sensível. Eu não separo o lixo. Por preguiça, ou por achar que depois aquilo é tudo misturado mesmo, por ignorante laxismo, seja porque for, a verdade é que, como milhões de outros cidadãos, eu não separo.

Fui arrasado por toda a minha equipa, em estúdio, e no FB da Rádio, e "preguiçoso" foi assim o mais soft que tive de ouvir/ler. Não faltou quem me recordasse que tenho filhos (que aliás dominam toda a dinâmica Ecoponto) e que estava a falhar de uma forma clamorosa e lamentável.

Comprometi-me a passar a separar o lixo, e sei que, naquele momento, muitos ouvintes pensaram "olha, eu também não separo".

Espero agora que façam como eu: passem a separar.

Todos nós temos as nossas falhas, e esta é, quem sabe, uma das minhas mais flagrantes, tendo em conta a violência das reacções que recebi...

Peço desculpa então e prometo que tudo farei para me recuperar como elemento válido para a sociedade. :-)

 

 

 

publicado por PR às 11:03
06 de Outubro de 2010

Este Sábado vou ser esse menino feliz a correr atrás da bola, mesmo com dores nos joelhos, falta de velocidade e resistência...enfim, pormenores sem a mínima importância.

Mas o que vai acontecer vai ser mágico. Com o esforço e dedicação do meu amigo Pedro Major, e a colaboração activa do meu amigo Carlos Mozer, eis que me é dada a oportunidade de jogar contra antigas glórias do Benfica.

Veloso, Mozer, José Henrique, José Carlos, Hernâni, Chiquinho Carlos...

Há pouco, ligou-me o grande Carlos Manuel. Atente-se nesta frase: Carlos Manuel ligou-me.

O meu ídolo da juventude, o homem que eu imitava nas peladinhas da rua ou da escola, o cromo da caderneta que eu mais queria, ligou-me.

Quando olhei para o telefone e vi a piscar o nome "Carlos Manuel", pensei: há momentos que só nós conseguimos avaliar em todo o seu significado.

Ele não vai poder estar (isso seria o topo, e se a bola viesse parar aos meus pés, vinda dos dele, eu guardava-a como recordação, tinham de arranjar outra para o jogo continuar), mas talvez se junte ao almoço, a seguir.

Eu, que já tive a honra de jogar contra o Schwarz, o Shéu, o Bastos Lopes...acabou por ser sempre contra equipas com jogadores de outros clubes à mistura.

Mas sábado vai ser diferente: é contra uma equipa do meu clube. Formada por jogadores que tantas alegrias me deram. E um caso especial.

Um guarda-redes que foi o responsável pelas lágrimas que, sem vergonha, não reprimi, ao entrar no autocarro 50, com 10 aninhos, de regresso a casa, após a sentença, em sede de treinos de captação, no pelado atrás das piscinas, na Luz: obrigado por terem vindo. Só, isso. José Henrique, o mítico Zé Gato do Benfica, sorriu perante os meus protestos: "eu não sou defesa direito, ponha-me a avançado, por favor". E mandou-me para casa com um obrigado por terem vindo.

No Sábado hei-de cumprimentá-lo, fazendo a vénia, agradecido na mesma (mas pelo sim pelo não reservei o nº9 e jogarei a ponta de lança, treme Zé Gato!).

Quando a bola rolar, serei o tal menino. O mesmo puto que contava os minutos para a entrada dos jogadores no relvado de uma Luz a abarrotar, eu ali junto ao meu pai, no lugar cativo 29 fila C, sector central debaixo do 3º anel antigo. Serei o menino que, quando não havia mais ninguém na rua, jogava sozinho na Praceta de Sofala, e ia fazendo o relato baixinho, só para mim. E era, ao mesmo tempo, Bento e Chalana, Carlos Manuel e Nené, João Alves e Filipovic.

No Sábado serei um menino feliz a jogar à bola com aqueles senhores que ajudaram, e como!, a moldar em mim essa coisa do benfiquismo.

Imagine-se um sportinguista a jogar contra Jordão e Manuel Fernandes ou um portista numa peladinha com Gomes ou Madjer.

Meninos felizes a jogar contra ídolos. A bola, em estado puro. Como quando se é menino e se sonha com as vitórias dos nossos clubes e com o sonho de ser jogador (do Benfica, no meu caso) de futebol, quando for grande. Não fui. Mas agora tenho a oportunidade de estar em campo com o meu clube, olhos nos olhos, à flor da relva. Como se em campo estivesse um equipa só, enorme e plena.

Sábado, no St. Julians, em Carcavelos, a partir das 11h, será possível ver um menino a viver um sonho, com o nº9 nas costas. Vai ser fácil dar por ele: bastará olhar para perceber como está feliz.

 

publicado por PR às 20:30
05 de Outubro de 2010

É esta: querer correr e não conseguir. E ficar cansado na mesma.

Mas sabe tão bem!

publicado por PR às 12:23
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O júri decidiu..Abç
Que circo, C., que circo!!!Mea Culpa, e tua culpa....
Essas conversas desses mundos não me s&atil...
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