...num dia destes, com este calor; é lamentável.
Isto hoje era petiscar, com a melhor companhia e com vista para o mar, até cair a noite.
E estar de férias. :-)
...num dia destes, com este calor; é lamentável.
Isto hoje era petiscar, com a melhor companhia e com vista para o mar, até cair a noite.
E estar de férias. :-)
Porque é que há tanta gente que reage a uma discordância recorrendo ao rasteiro insulto? Basta ver alguns dos comentários ao post anterior. A falta de educação é uma coisa deprimente.
E vem de todo lado. Ontem na televisão alguém que respeito muito, desiludia-me brutalmente, dizendo que não defendia a saída de Queiroz porque não andava aqui para receber viagens pagas, e não queria fazer parte desse pais "que não é um país a sério." Ou seja, como se cada pessoa que pensa de maneira diferente da nossa, tenha por isso uma agenda escondida, obscuras e malignas segundas intenções, um cérebro feito de cocó.
Portugal perdeu bem, contra uma equipa que é melhor. Queiroz ajudou. Mexeu mal na equipa, abandonando-a à sua sorte.
Cristiano Ronaldo voltou a falhar na selecção. Um jogador que quer ser o melhor do mundo não tem de deslumbrar sempre, mas tem de se fazer notar, sobretudo quando a equipa mais precisa. E...nada. Nada. Não procurou a bola, não disse "presente" na hora do aperto, escondeu-se. Uma desilusão, num jogador com uma técnica e uma capacidade física fora do comum, mas que não lê bem o jogo e que nunca soube perceber como poderia fazer a diferença.
E se havia alguém que podia...era ele. Mas ele foi apenas mais um. E pareceu achar-se sempre acima da equipa.
Eduardo enorme (o tal de Roberto vale dois Eduardos? Então é mesmo muito, muito bom!), Fábio Coentrão confirmou-se, Raul Meireles sempre bem, Hugo Almeida tem razões para se sentir injustiçado, depois do bom jogo que fez foi substituído e a equipa morreu. Ter Deco no banco e lançar Pedro Mendes foi estúpido, estando a equipa a precisar de circular a bola e construir do meio campo para a frente. Meireles faria de 6, digo eu.
Villa é um jogador extraordinário, Xavi e Iniesta tremendos, e a equipa espanhola tem muita qualidade. A meu ver um pouco menos que a Alemanha e a Argentina, mas num mesmo patamar de um Brasil e uma Holanda.
Portugal sai naturalmente da prova, mas fica aquela ideia de que podia ter feito algo mais. Marcámos golos à Coreia do Norte e a mais ninguém, só ganhámos a esta equipa, a que pior ranking tinha. Os equipamentos eram bonitos.
Venha a Liga em Agosto.
E para Setembro, das duas uma: ou Mourinho orienta a selecção por correspondência, ou haja uma luz que ilumine a Federação e a inspire: este treinador, simplesmente, não serve. Nunca serviu.
Viva Portugal!
E agora, a crise.
PS - A declaração de Cristiano Ronaldo na zona mista, após o jogo "O que é que eu explico? Perguntem ao Carlos Queiroz!" é de uma falta de humildade, uma falta de espírito de equipa, de classe e de maturidade, que é chocante. Lamentável. Pobre menino rico.
Contrastando com a lição de Eduardo, na mesma zona mista: "Não é só quando ganhamos que temos de mostrar união. Quando perdemos perdemos todos".
Capitão da Selecção Nacional? Não me lixem.
Um amigo meu acaba de me dizer que o sogro descobriu ontem que tem cancro. Ninguém podia suspeitar, estava bem, aparentemente saudável, vida sem excessos, e pumba.
De facto há que, cada vez mais, pôr de lado as pequenas coisinhas que tantas vezes inventamos ou valorizamos demasiado e dar valor ás pessoas da nossa vida, aos afectos, ao desfrutar das coisas boas e verdadeiramente decisivas.
Abandonar mesquinhez, inveja, ressabianço, mágoa e outras tristezas, e valorizar esta dádiva de estar vivo e com saúde!
Este sábado, lá vesti a camisola branca da selecção nacional, e fui à futebolada semanal.
Levei 7-0. Sete-a-zero.
A sério, não me falem em Ketchup.
:-)
Um poema de José Carlos Ary dos Santos, que me é muito caro, diz que um filho “é ver-se um homem prolongado, das raízes da terra até ao céu. Meu filho, minha vida, és meu sangue e meu caminho, meu pássaro de carne, meu amor”.
Amanhã é o dia de aniversário do meu Gonçalo. Sete anos de luz, de um deslumbramento diário deste pai que agradece a Deus, cada segundo do privilégio único de ser o “papi” deste puto tão espectacular.
Um puto que foi capaz de, com a sua mão a apertar a minha, forte como gente grande, ser o meu melhor amigo, na altura mais difícil da minha vida. E sempre.
Uma criança espantosa que me maravilha todos os dias com o seu coração imenso, o seu olhar esperto, a sua vivacidade, curiosidade que é sinal de inteligência, tremenda inteligência emocional, instinto. O seu amor em estado puro!
Este puto é o maior e amanhã vou apertá-lo tanto, quando o abraçar, ele, que não gosta de beijos, vai dizer, a rir (como é linda a gargalhada deste miúdo!): beijinhos não!
Meu querido filho, agora que já sabes ler, vais ver que o papá está aqui a dizer a toda a gente que te ama como a vida e que faz e fará sempre tudo para te ver feliz. E que tem um orgulho infinito em ti, minha vida.
Parabéns campeão.
(mas que ideia é essa de seres guarda-redes agora, pá!)
Estou a ver um jogo do Torneio de Wimbledon, e o que sucede: 52-51, cerca de 9 horas de jogo!
Nunca é demais, lembrarmos, a nós próprios, como é maravilhoso viver.
Termos familia e amigos, um trabalho que adoramos, e vivermos sem sobressaltos, com saúde, ainda por cima.
Era isto, obrigado.