As pessoas. As nossas pessoas. Um almoço como o de hoje.
Acho sempre maravilhoso ser tocado por uma amizade que se cumpre.
Havemos de ir a Santiago! Ou pelo menos de falar mais sobre isso. :-)
Quando a nossa equipa leva a tareia de ontem, já se sabe que vamos ouvir umas bocas e que não vai apetecer ler jornais, ouvir noticias, ver os resumos na televisão. Ontem os gregos fizeram 6 remates. A estatística diz isso. Fizeram seis remates. Graças a Deus não se lembraram de rematar mais.
Cheguei aqui ao blog e dei com o que esperava. O futebol é de facto algo que puxa ao irracional em cada um de nós, nas vitórias e nas derrotas. Os meus amigos sportinguistas e portistas têm uns dias para gozar comigo, eu tenho de aguentar, e todos nós temos as nossas certezas inabaláveis, a começar por esta: todos vamos ser campeões.
PS - Este homem é grande.
Uma exibição miserável, uma defesa impossível, muita ingenuidade.
A equipa que vai ganhar a Liga Portuguesa, mostra que ainda é curta para lutar em várias frentes.
Há. Este post é uma delícia.
Timor é um acto falhado. Basicamente, é o que nos diz este texto, que achei interessantíssimo, e que o jornal Publico mostra hoje.Este é um texto urgente, uma lição para todos.
Com a distância que a passagem do tempo permite, aí está uma dura análise da realidade de um país com que sonhámos, em tempos, e durante tanto tempo. Hoje, a ideia com que fico é que Timor implodiu. Militares e políticos falharam redondamente, sucumbindo a interesses mais ou menos confessáveis, mais ou menos suspeitos, mais ou menos ingénuos, tentações várias, a começar pela tentação da cobardia, da acomodação, da incúria. Fica o embaraço, a pergunta perante aquilo que Timor é, e sobretudo aquilo que Timor nunca será afinal: como foi possível. E o que falhou.
Falhou tudo, parece.
Quando me lembro da recepção a Xanana em Lisboa, as ruas cheias, um Portugal comovido, sempre à beira das lágrimas. Quando me lembro de anos de esperanças, pequenas vitórias, grandes indignações, massacres, Lusitânia Expresso, Nações Unidas, Nobel da Paz e agora isto....
Um país não pode ser só marketing politico e diplomático. Não se inventa uma identidade nacional. Um Mandela timorense afinal nunca apareceu. Timor parece um mar estagnado de equívocos, omissões graves de vária ordem, engodos agora revelados. Uma grande e dolorosa mentira. Uma injustiça perene. Uma lástima.
A minha mãe tem uma casa nova. E uma alegria tão bonita de ver que é comovente.
Força, Mamã (sim, trato a minha mãe por mamã), espectáculo!
(Adenda à fominha de ontem à tarde: Não aconteceu paella. Mas um dia destes vai ter de ser!)
A esta hora, a pessoa começa em delírios, antecipando o jantar perfeito.
Paella é, claramente, uma das grandes invenções da humanidade.
E são 6 da tarde, existe o chamado apetite.


