Todos os dias trazem qualquer coisa.
30 de Maio de 2008

Ò pai ajudas-me a fazer o noves-fora-nada ?

 

Agora é que ela me apanhou.

publicado por PR às 21:15
29 de Maio de 2008

Isto é tão bonito, pá.

(Obrigado ao Steve Jobs português, autor de um blog daqueles de leitura diária obrigatória. O homem é um génio!)

 

publicado por PR às 10:03

 

Quando um "Best of..." é exactamente o que deve ser: uma sucessão de grandes canções, sem excepções do principio ao fim. Cada tiro cada melro, cada cavadela cada minhoca.

De vez em quando este disco entra em alta rotação na minha vida, como um bálsamo.

Inclui a música da minha vida, tema 11.

 

publicado por PR às 09:58
28 de Maio de 2008

Torradinha. Aparada. Numa esplanada com sol. E vá...o mar em frente.

(isso é que era)

publicado por PR às 10:14
27 de Maio de 2008

publicado por PR às 11:30

Sempre achei que a net, ao invés de inimiga ou anjo da morte da rádio, era uma potencial aliada. Continuo a achá-lo. E, entretanto, afinal de contas, a rádio parece que resiste ao avanço dos leitores de mp3.

Gostava era de ter dados sobre a realidade portuguesa, nesta matéria.

publicado por PR às 10:22

Deixa-me entre o triste e o furioso a injustiça. Os processos de intenções são sempre, parece-me, projecções de quem os faz. E por vezes têm explicação na tristeza, numa mágoa qualquer, na aflição. Mas ainda assim...

In other news...este tempo dá vontade de emigrar por uns tempos, para um sítio qualquer com sol.

Entretanto vem aí o dia da criança e os meus filhos desenharam-me, e vão ter esse desenho no Jornal Metro da próxima 6ªfeira. Para o meu filho eu tenho uma camisola amarela que me transforma numa espécie de lagarta do planeta sbroing, e para a minha filha eu tenho uns braços de ET que saem, finíssimos e baços, de dentro de uma camisa claramente curta demais nas mangas.

Mostrarei os desenhos aqui, logo que possa. 

 

(Banda Sonora)

publicado por PR às 07:13
25 de Maio de 2008

Na rua que era de terra batida e acabava no imenso campo, até à linha do comboio.

Na velocidade supersónica, na bicla órbita vermelha, que depois o meu pai trocou por uma fatela de um primo meu, sem me perguntar nada.

Nas manhãs serenas, claras, e plenas, num fim de semana de descanso.

Pensar na força interior que existe dentro de cada um de nós, mesmo quando damos connosco encostados às cordas, doridos e exaustos.

Ter vontade de ir correr para o estádio, como antigamente, mas depois sucumbir à preguiça.

 

 

 

publicado por PR às 10:26
subscrever feeds
pesquisar
 
últ. comentários
Os posts futebolísticos tem andado desaparecidos, ...
Somos todos Pedros à espera de acontecer. No dia e...
Pedro... este texto, esta música, tudo isto.. Como...
mais sobre mim
blogs SAPO