Todos os dias trazem qualquer coisa.
30 de Novembro de 2007

Eu já tinha gostado, muito, deste outro disco.

Agora surge este :

 

Zeca Afonso, Carlos Paredes, Fernando Pessoa, Sophia de Mello Breyner, e, de novo, Ary dos Santos, entre outros poetas. Na voz de uma grande cantora, que dizia noutro dia numa revista que não é preciso gritar para cantar bem. Pois não.

A não perder, um disco de bom outono.

publicado por PR às 10:24
29 de Novembro de 2007

Gosto daquele momento em que , com as crianças acabadas de deitar, e a casa numa quietude descansada, me sento e pego num livro ou venho ao computador.
O respirar fundo do dia.
publicado por PR às 22:24

Tendo em conta a diferença do valor individual dos jogadores de uma e outra equipa...sim, fiquei orgulhoso com a exibição do meu clube ontem. Podia ter perdido, é um facto.

Mas também podia perfeitamente ter acabado por ganhar. Houve oportunidades para qualquer dos desfechos possíveis.

Não foi nada do outro mundo, mas foi uma exibição honesta, esforçada, com brio, uma exibição de honra, digna daquela camisola, contra o Campeão da Europa.

Orgulho sim.

 

publicado por PR às 11:09
27 de Novembro de 2007

Tive de me rir, não tive hipótese.
Glorioso, de uma certa maneira.
publicado por PR às 19:38

- Tu não sabes o que o meu pai faz!
- O que é?
- Não sei muito bem explicar, mas é uma coisa muito importante!
E o outro:
- É, é!
E diz o meu, a meter-se na conversa dos outros:
- Eu ao menos (!) sei o que o meu pai faz. Sei qual é a profissão dele.
E os outros perguntam qual é. O Gonçalo, nota, nesse momento, que eu cheguei, e dispára, enquanto corre para mim, a rir:
- O meu pai vem buscar-me à escola. É a sua profissão!

E ri-se muito, o pirata, num gozo descarado.
publicado por PR às 19:28
26 de Novembro de 2007

Achei isto muito bonito.
publicado por PR às 19:39
25 de Novembro de 2007

Só mesmo o José Cid para conseguir misturar uma plateia tão bizarra, na sua diversidade.
E também "Povo que Lavas no Rio", "Como um Macaco Gosta de Banana"...e o pito. Sim.



Campo Pequeno cheio para três horas de pura alegria. E todo um manancial de material para estudos sociológicos detalhados. Foi, acima de tudo, muito, muito divertido, apesar dos pesares.

"O povo saiu à rua, com a alegria que costumava ter."
publicado por PR às 17:16
24 de Novembro de 2007

Há muito tempo que não via com tanto gosto, e tanto orgulho, ficção portuguesa na televisão.
Esta série é exemplar.
publicado por PR às 12:23
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O júri decidiu..Abç
Que circo, C., que circo!!!Mea Culpa, e tua culpa....
Essas conversas desses mundos não me s&atil...
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