Todos os dias trazem qualquer coisa.
29 de Novembro de 2006

Foi uma sorte. Calhou-me fazer a narração de dois jogos, no fim de semana passado, na Sport Tv, dois jogos que foram especiais. E porquê: porque foram marcados dois dos mais extraordinários golos de que me lembro.
Primeiro, sábado à noite, este. E no domingo, este.
Não é o melhor trabalho do mundo? Caraças, venham mais.
publicado por PR às 18:48
28 de Novembro de 2006

Estava a dar no Hollywood ontem e eu fiquei a ver. Não vi todo, porque ia acabar tarde, mas deu para rever a cena da roleta russa, e perceber que é das cenas mais marcantes que já conheci num filme. Intenso!
"O Caçador" passou uma vez na RTP, a más horas, era eu puto. Lembro-me de ter ficado acordado a ver aquilo até ao fim. Aquela música, e a força daquele gajo, interpretado por De Niro. Que filme incrível. Eu adoro filmes sobre a guerra do Vietname, perdi as vezes que revi o Full Metal Jacket, o Apocalipse Now, o Platoon...mas este "Deer Hunter", de 1978 é também uma obra prima. De uma cruel amargura que o torna real. E quer o Robert De Niro quer o Christopher Walken são gigantescos neste filme. Depois de ter visto cerca de uma hora de filme, fiquei com pena de não poder ver o resto, e como não tenho o DVD, decidi que é um presente de Natal que me vou oferecer.



"O Caçador". Filmalhaço.
publicado por PR às 22:19

Fazer rádio, estando com o nariz entupido, a garganta sempre a doer, o pingo sempre a cair e uma dor de cabeça do tamanho da Torre Vasco da Gama ou algo do género. Giro.
publicado por PR às 09:13
27 de Novembro de 2006

Há por ali uma lojinha, que descobri vai para três anos, e que, basicamente, é o País do Natal.
Uma loja que só vende decoração de Natal...o Pai Natal mais extraordinário, o Presépio mais original..enfim. Aquilo é um tesouro para quem guarda do Natal o lado mais inocente, no coração.
Por isso volto sempre lá, todos os anos, por esta altura. Não tem multibanco, nem sítio para estacionar que seja perto, mas tem uma simpatia autentica e uma certa magia muito própria.
Na Rua do Poço dos Negros, em Lisboa. Uma delícia.
publicado por PR às 12:52

O Nuno Markl é das pessoas que eu mais admiro nesta vida, essa é que é essa. E desta vez, esmagou-me logo pela fresquinha, na primeira e ensonada incursão que fiz pelos links do meu blog.
A cena de que ele fala aqui, e a forma como fala dela, fizeram-me sorrir e, ao mesmo tempo, comover. A cena, e todo o filme aliás, é íncrivel, e hoje se tiver hipótese, vou reve-la. E o post sublinhou as saudades que tenho do xôr Marques.
A propósito Nuno quando é que a malta almoça, pá? :-)
publicado por PR às 07:29
25 de Novembro de 2006


A grande questão é que a Globalização está aí, não adianta fazer de conta que não. E penso que é chegada a hora de juntar o mundo todo num momento de prazer global, que de tristezas está o planeta cheio.
Junto-me pois, a essa onda de euforia antecipada, a esse frémito ansioso, a essa vontade de chegar lá, a essa vertigem. Dia 22 de Dezembro a globalização será suspirada, gemida, dita entre dentes, haverá todo um mundo de gente a lembrar, enfim, as palavras imortais daquela canção que dizia "meu amor eu gosto tanto da forma como tu gostas, mas por favor anda tirar as tuas unhas às minhas costas".
Porque o amasso será á escala planetária, e desconfio que fará mais pelo necessário abanão geral do que o world jump day, aqui há uns tempos.
Dia 22 de Dezembro, dia do solestício...todos a trabalhar para o bem comum!
Have a good one, como eles dizem no site. Have a good one.
publicado por PR às 12:06

Se me dissessem que quase vinte horas depois de ter acordado estaría a cantar em palco com o Luis Represas, o João Gil, o João Pedro Pais, o José Cid (!)...eu não acreditaria. Mas assim acontece.
(Não canto nada de jeito, mas divirto-me muito quando tento!)
publicado por PR às 10:07
23 de Novembro de 2006

É um filme que me marcou para sempre, desde que o vi pela primeira vez há mais de dez anos. Realização de Lawrence Kasdan, com grande domínio de Danny Glover, Steve Martin, Kevin Kline...Chama-se "Grand Canyon".
E de vez em quando volto lá. Quanto mais não seja para me lembrar que não sou só eu a pensar que ás vezes o mundo está irremediavelmente louco. É estranhamente reconfortante perceber que sim, o mundo está completamente passado, mas viver ainda é a melhor coisa que existe. No meio do caos, a serenidade de perceber que, se calhar, o melhor mesmo será não levar tudo tão a sério, a começar por nós próprios. Somos ridiculos assustadiços a maior parte do tempo, uns disfarçando melhor que outros. Limitamo-nos a improvisar o melhor que podemos.
Acho que ter visto o Grand Canyon, o propriamente dito, com os meus olhos, uma vez, também me ajudou a perceber melhor como tudo pode ser tão relativo.

Dee:
Jane, do you ever feel like you are just this far from being completely hysterical twenty four hours a day?

Jane:
Half the people I know feel that way. The lucky ones feel that way. The rest of the people are hysterical twenty four hours a day
publicado por PR às 19:51
subscrever feeds
pesquisar
 
últ. comentários
Os posts futebolísticos tem andado desaparecidos, ...
Somos todos Pedros à espera de acontecer. No dia e...
Pedro... este texto, esta música, tudo isto.. Como...
mais sobre mim
blogs SAPO