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Dos gregos.

por PR, em 26.01.15

O que me impressiona mais nas eleições na Grécia não é a vitória de um Bloco de Esquerda que deu certo. (E que vai ter de meter o rabinho entre as pernas quando perceber que não manda quem quer). O que é repugnante é a terceira força mais votada ser o partido neo-nazi. Num país que foi invadido pelas potencias do Eixo, na 2ª Guerra Mundial. Uma ocupação nazi que condenou a Grécia à miséria e matou centenas de milhares de gregos. Imagino malta a gritar que o que o país precisava era de um Hitler em cada esquina e penso: pior que a demagogia dos políticos é a falta de memória dos eleitores.

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Making a memory.

por PR, em 12.01.15

É o que se leva desta vida. 

  

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Estamos mal.

por PR, em 08.01.15

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Vivemos tempos que misturam duas coisas. intolerância e ignorância. Há um vazio de educação, que é uma praga dos tempos modernos, e abre alas para que se instale a ignorância, explorada por fanáticos, para alienar milhões de pessoas infelizes e frustradas - com a pobreza ou impossibilidade de riqueza, com o desemprego, a falta de condições de vida, a falta de valores, de educação, de referências boas. O que é assustador é perceber que aqueles infelizes que beberam da ignóbil retórica dos fundamentalistas e assassinaram aquelas pessoas em Paris servem apenas um propósito, para quem os "formou": Não está em causa nenhuma fé. Trata-se só de provocar uma reacção igualmente bárbara (uma vez mais) para depois sublinhar uma vitimização oportunista que possa fazer aumentar, ainda mais, o exército dos fanáticos, ao serviço de interesses de que nem desconfiam.  

Aquilo de Paris, como aquilo de Madrid, Londres, Nova Iorque. E Iraque, Síria, Iémen, Afeganistão...não tem a ver com fé. Não tem nada a ver com o Islão. Tem a ver com ignorância e intolerância. É estúpido e desprezível. A sátira do jornal Charlie Hebdo já teve como alvo judeus, católicos, maoistas, trotskistas, comunistas. Dizer que os cartoons com Maomé eram ofensivos e que, por causa da sua repetida publicação, "eles estavam a pedi-las", como já ouvi e li, só mostra uma coisa: a ignorância é uma praga global.

Nada justifica o homicídio, muito menos um cartoon.. Não perceber isso é participar da barbárie. É ser cúmplice com o fanatismo. Que é veneno. Estamos mal.

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Estamos mal.

por PR, em 08.01.15

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Resolução de ano novo.

por PR, em 05.01.15

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Correr.

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O Natal é maravilhoso, mas.

por PR, em 26.12.14

Os pais e mães que passaram um dos dois últimos dias sem os filhos. Os que ficaram com a segunda metade das férias de Natal e agora só vêem os filhos para o ano, se não houver boa vontade, humanismo, foco total nos interesses das crianças, entre os pais separados..

É o lado mais duro de cada Natal, para estes os pais e para estes os filhos. Há dores que, de facto, só quem as vive é que sabe..

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Abençoado e grato.

por PR, em 15.12.14

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Carlos do Carmo - A homenagem.

por PR, em 19.11.14

Orgulho e gratidão, por trabalhar com uma equipa extraordinária. Ideia de Vasco Palmeirim, Produção musical de Nuno Gonçalo.

Rádio menina e moça, aos 35 anos, a minha querida Rádio Comercial.

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Amanhã, Lisboa.

por PR, em 18.11.14

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O dia 22 de Outubro de 2014 foi especial. Quase aos 25 anos de carreira, tive a oportunidade de entrevistar os U2, e fui esmagado pela simplicidade, simpatia e irrepreensível profissionalismo da maior banda do mundo.

The Edge, Bono, Adam Clayton e Larry Mullen deram-se, no total, quase 45 minutos de conversa que foi da óbvia música à vida, ás dificuldades de cada um, à forma como a maldade que, por vezes, nos cerca, nos ataca a inocência, ferindo a beleza das coisas. Mas também se falou de esperança, bebeu-se uma cerveja que Bono pediu "Hey Pedro, would you like a Bee, I'll have one. Larry?" ...e ali estivemos os três á conversa, bebendo cada um a sua cerveja. Irreal. Falámos da rádio, falámos de Guilty Pleasures musicais, de músicas antigas e músicas novas, Bono cantou, The Edge falou de gente nova como John Newman e Sam Smith, Adam Clayton emocionou-se quando falou da energia única que é criada quando se começa a tocar Where the streets have no name, em palco, diante de 50 mil almas, Larry Mullen reconheceu que os U2 perceberam a tempo quem, afinal, não eram tão bons como pensavam. Bono defendeu Zooropa, The Edge defendeu The Unforgatable Fire, Adam Clayton defendeu...os Bee Gees! O que diabo aconteceu ao rock, que agora os grandes êxitos do momento são Guetta, Avicii, Calvin Harris...? Vou agora dissecar tudo o que ficou na gravação e preparar um especial de uma hora.

Vou chamar-lhe... "U2, a idade da inocência"

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